Onde se perdem os olhos? A luz, o teu cheiro a tua boca, as tuas orelhas, o teu umbigo. Onde dançam os cisnes? Diz-me, onde? No teu ventre? Os cisnes dançam no teu ventre. Posso ouvir? Posso sentir? As dunas, as dunas do teu corpo enquanto dormes e eu toco, são da cor da areia, macias como a areia. Os teus pés, onde se perdem os teus pés? Deita-os ao pé dos meus, quero massajar com os dedos os teus calos feios e feitos pelos sapatos, porque andas, muito. Perdes-te, muito. Onde ganhaste as rugas à volta dos olhos? Sorris muito? Sorris, e elas formam-se no teu rosto, na tua pele jovem pedindo por crescer. E os teus cabelos? Posso perder neles as mãos? As mãos são sereias nos teus cabelos longos. Posso deitar a cara sobre eles e sentir-lhes o cheiro? São perfumados de mar. E todos os sinais do teu corpo, posso tacteá-los? Posso tocar-lhes com a boca? São pequenos, marcas no teu corpo. O teu corpo? Papoila? Je peux prouver? |
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Comments
desculpa o reparo!
Gostei bastante by the way
descreves-te bem o momento, a pessoa, o desejo.
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Coisas são coisas... nada mais
(: grazie *
Quem se deita tarde dá d'estas coisas.
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Coisas são coisas... nada mais
epa oh klkr coisa;errata:descreveste :C
sou sempre o supremo 0.0
knt ao poema(ou prosema cm keira :C ahah): enchanté
merci, merci. *
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